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Juliana Oliva, 27 anos é Assistente Social, nasceu com uma deficiência rara a Osteogênese imperfecta. A cada 20 mil, um nasce com essa deficiência. A Osteogênese Imperfeita (OI) é uma doença genética e hereditária que apresenta a fragilidade óssea como principal manifestação clínica. Ao longo da vida, os portadores podem acumular dezenas e até centenas de fraturas causadas por traumas simples que se iniciam antes mesmo do nascimento. Juliana já teve 167 fraturas.

Juliana Oliva foi eleita delegada nacional e Conselheira Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência é Universitária e faz parte da ONG Mais Forte que a deficiência.

Ela tem levado inclusão e luta pelo direito das pessoas com deficiência e recentemente em um dia de domingo aproveitou o dia lindo no Horto florestal da Cidade de Rio Claro para trazer inclusão para o mundo da beleza.

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Juliana explica que esse ensaio foi feito para romper com os paradigmas da beleza imposta pela sociedade. “A Cadeira de rodas são as minhas pernas. Com minhas limitações e deformidade óssea, eu resolvi fazer esse ensaio fotográficos para trazer uma provocação quanto a beleza imposta pela sociedade. Vamos juntos revolucionar esse estereótipo colocada pelas pessoas pois para ser bonita não preciso estar de acordo com um padrão e sim bem comigo mesmo. Temos que ser o que somos, e não o que a mídia nos obriga a ser o que não somos, somos livres, e assim queremos continuar o sendo. Diante de tudo isso, digo a vocês; se amem e se valorizem!!! pois existe uma beleza dentro de cada um de nós” explica Juliana.

O ensaio foi realizado pela Sumaio fotografia um profissional inclusivo que também visa incentivar e despertar a beleza que existe em cada pessoa independente de como seja. “para mim, o ensaio foi como qualquer outro, a cadeira de rodas é apenas um acessório que não impede ela ser vista como uma bela mulher explica  Fábio Sumaio, fotografo.

Juliana Oliva, trabalha na luta pelos direitos da Pessoa com deficiência e luta por uma cidade onde o necessário seja prioridade. “Somos 25% da população brasileira, podemos ser minoria mas nós existimos e precisamos ser respeitados” finaliza Juliana que mesmo com suas limitações mora sozinha faz muito mais do que muitos que são considerados sem deficiência.

CONFIRA O ENSAIO COMPLETO: